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Energia tem aumento de até 45,7%

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CPFL

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou ontem o reajuste tarifário de seis distribuidoras de energia no País. Os aumentos aplicados para as residências variam de 21,25% a 45,7%. O maior reajuste aprovado foi para a empresa CPFL Jaguari, que atende 38,4 mil unidades consumidoras nas cidades de Pedreira e Jaguariúna, na RMC (Região Metropolitana de Campinas).

Na média, incluindo todos os tipos de consumidores, como residências, industriais e comércios, o aumento será de 45,7%. Para os consumidores residenciais, especificamente, o aumento é de 39,49%, enquanto para indústrias haverá um ajuste de 48,85%.

Os novos valores começam a valer imediatamente.

De acordo com o diretor-geral da agência, Romeu Rufino, o percentual elevado não indica uma tendência.

“É um ponto fora da curva em relação aos outros”, disse. “Não é linear fazer comparação entre reajustes, porque a tarifa dessa empresa segue ainda abaixo de todas as demais empresas com características semelhantes.”

Segundo ele, esse aumento refletiu, em grande parte, o pagamento dos empréstimos tomados pelas distribuidoras no ano passado.

Para a Energisa Borborema, que atende cerca de 166 mil unidades consumidoras na Paraíba, o aumento também foi elevado: média de 39,55% para todos os tipos de consumidores. Nas residências o reajuste será de 40,19%, enquanto para alta tensão a tarifa vai subir 38,62%. O aumento começa a valer a partir de hoje.

Mais aumentos

A CPFL Mococa, que atende 45 mil unidades consumidoras no interior de São Paulo, teve reajuste médio aprovado de 29,28%. Para residências o aumento será de 27,21%. Já na alta tensão, como fábricas e indústrias, ficou em 35,37%. Os ajustes valem desde ontem.

Também imediatamente começa a valer o aumento da CPFL Santa Cruz, que atende cerca de 190 mil unidades consumidoras. Na média, o aumento da empresa foi de 27,96%. Nas residências o aumento ficou em 28,99% e para alta tensão, 26,15%.

Ontem subiram as tarifas da CPFL Sul Paulista, que atende 80 mil unidades consumidoras. Um aumento médio de 28,38%. Para residências, o aumento é de 25,8%. Na alta tensão, será de 33,71%.

Vale de imediato também o reajuste aprovado para as tarifas da CPFL Leste Paulista, que atende 55 mil unidades consumidoras. O aumento médio aprovado foi de 24,89%. Consumidores residenciais terão alta de 24,73%. Para indústrias e consumidores de alta tensão, é de 25,30%.

Agência Brasil

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