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Federação Paulista interdita mais de 30 estádios das Séries A1, A2 e A3

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Pelo menos metade dos clubes de cada divisão ainda não têm estádios para atuar em 2015

O Estádio Décio Vitta precisa de reformas para ser liberado
O Estádio Décio Vitta precisa de reformas para ser liberado

Passam anos e mudam as temporadas e os clubes seguem repetindo os mesmos erros.Dos 60 clubes que disputarão as Séries A1, A2 e A3 do Campeonato Paulista a partir do dia 29 de janeiro, 31 estão com seus estádios interditados e mesmo os times da elite não dão bons exemplos. Dos 20 que estão na principal divisão do Estadual, apenas metade já possuem os laudos técnicos e de segurança aprovados pela Federação Paulista de Futebol.

Estádios tradicionais e de bastante prestígio, como o Santa Cruz, em Ribeirão Preto, o Novelli Júnior, em Itu e o Canindé, em São Paulo, estão entre os interditados pela Federação Paulista de Futebol. Na maioria dos casos, a interdição se dá pelo local estar em reforma ou por não atingir as exigências de segurança de forma satisfatória.

Para conseguir a aprovação da FPF, os estádios precisam da aprovação em cinco requisitos: Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, condições sanitárias e de higiene, prevenção e combate de incêndio, segurança e vistoria de engenharia.

A Série A2 recebe a mesma média do Paulistão. Dez dos 20 estádios que serão utilizados estão interditados. Entre eles aparece a moderna Arena Fonte Luminosa, em Araraquara e o Estádio Décio Vitta, que abrigou o Guarani em alguns jogos da última Série C do Campeonato Brasileiro. Por outro lado, estádios que sempre costumam dar problema, já receberam o aval da FPF, casos do Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul e do Distrital de Inamar, em Diadema.

A situação é um pouco mais crítica na Série A3, já que onze dos estádios que serão utilizados estão interditados. O Major José Levy Sobrinho, em Limeira, por exemplo, receberá a Copa São Paulo de Futebol Júnior no próximo dia 03 de janeiro, mas mesmo assim ainda não recebeu os autos de vistoria do Corpo de Bombeiros.

A Arena do Palmeiras está liberada
A Arena do Palmeiras está liberada

GRANDES ESTÃO TRANQUILOS
Os quatro clubes considerados grandes do Estado de São Paulo estão tranquilos em relação ao seus estádios. Corinthians e Palmeiras, com arenas moderníssimas recém inauguradas, já tinham recebido uma vistoria precisa de auditores da Fifa.

O São Paulo não ficou atrás e teve o Morumbi aprovado em todos os quesitos, apesar de ter recebido restrições em combate e prevenção de incêndio, mas nada suficiente para uma interdição. Já a Vila Belmiro, em Santos, teve restrições nas condições de higiene e engenharia, mas conseguiu ser liberada.

Confira os estádios liberados e interditados pela Federação Paulista de Futebol:

Série A1

Botafogo – Estádio Santa Cruz – Interditado
Bragantino – Estádio Nabi Abi Chedid – Interditado
Capivariano – Estádio Carlos Colnaghi – Interditado

Corinthians – Arena Corinthians – Liberado
Ituano – Estádio Novelli Júnior – Interditado
Linense – Estádio Gilberto Siqueira Lopes – Interditado

Marília – Estádio Bento de Abreu – Interditado
Mogi Mirim – Estádio Romildo Vitor Ferreira – Interditado

Osasco Audax – Estádio Pref. José Liberatti – Interditado
Palmeiras – Arena Palmeiras – Liberado
Penapolense – Estádio Tenente Carriço – Liberado

Ponte Preta – Estádio Moisés Lucarelli – Liberado
Portuguesa – Estádio do Canindé – Interditado
Red Bull – Estádio Moisés Lucarelli – Liberado
Rio Claro – Estádio Dr. Augusto Schimidt – Liberado

Santos – Vila Belmiro – Liberado
São Bento – Estádio Walter Ribeiro – Liberado

São Bernardo – Estádio 1º de Maio – Liberado
São Paulo – Estádio Morumbi – Liberado
XV de Piracicaba – Estádio Barão de Serra Negra – Interditado

Série A2

Água Santa – Distrital de Inamar – Liberado
Atlético Sorocaba – Estádio Walter Ribeiro – Liberado
Batatais – Estádio Oswaldo Scatena – Interditado
Catanduvense – Estádio Sílvio Salles – Liberado

Comercial – Estádio Palma Travassos – Liberado
Ferroviária – Arena Fonte Luminosa – Interditado
Guarani – Estádio Brinco de Ouro da Princesa – Liberado
Guaratinguetá – Estádio Dr. Dário Rodrigues Leite – Interditado
Independente – Estádio Comendador Agostinho Prada – Liberado
Matonense – Estádio Hudson Ferreira – Interditado
Mirassol – Estádio José Maria Campos Maia – Liberado
Monte Azul – Estádio Otacília Patrício Arroyo – Interditado
Novorizontino – Jorge Ismael de Biase – Liberado
Oeste – Estádio dos Amaros – Liberado
Paulista – Estádio Jayme Cintra – Interditado
Rio Branco – Estádio Décio Vitta – Interditado
Santo André – Estádio Bruno José Daniel – Interditado
São Caetano – Estádio Anacleto Campanella – Liberado
União Barbarense – Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães – Interditado
Velo Clube – Estádio Benito Agnello – Interditado

Série A3

Atibaia – Estádio Salvador Russani – Liberado
Barretos – Estádio Fortaleza – Interditado
Cotia – Estádio Euclides de Almeida – Interditado
Flamengo – Antônio Soares de Oliveira – Liberado
Francana – Estádio Lancha Filho – Liberado
Grêmio Barueri – Arena Barueri – Liberado
Grêmio Osasco – Estádio Pref. José Liberatti – Interditado
Internacional – Estádio Major José Levy Sobrinho – Interditado
Itapirense – Estádio Coronel Francisco Vieira – Liberado
Juventus – Estádio Rua Javari – Liberado
Nacional – Estádio Nicolau Alayon – Liberado
Primavera – Estádio Ítalo Limongi – Interditado
Rio Preto – Estádio Anísio Haddad – interditado
Santacruzense – Estádio Leônidas Camarinha – Interditado
São José – Estádio Martins Pereira – Liberado

São José “B” – Estádio Martins Pereira – Liberado
Sertãozinho – Estádio Frederico Dalmaso – Interditado
Taubaté – Estádio Joaquim Moraes Filho – Interditado
Tupã – Estádio Alonso Carvalho – Interditado

Votuporanguense – Estádio Dr. Plínio Marin – Interditado

Agência Futebol Interior

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