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Trabalhadores da Unicamp continuam cobrando negociação

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Amanhã (15), às 11h, em frente à reitoria, o movimento grevista realiza ato contra a intransigência do reitor

o movimento grevista realiza ato contra a intransigência do reitor
o movimento grevista realiza ato contra a intransigência do reitor

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) encaminhou à reitoria, novamente, ofício cobrando reunião de negociação, tendo em vista que o reitor Tadeu Jorge se recusou a marcar mesa de negociação e rejeitou a contraproposta encaminhada pela entidade na última sexta-feira (8). A contraproposta foi aprovada em assembleia geral que contou com a presença de mais de mil trabalhadores.

Nos últimos dois dias (12 e 13 de agosto) o STU reiterou a necessidade de haver uma reunião para discutir a contraproposta encaminhada pela categoria e sugere, ainda, que a mesma ocorra amanhã (15), às 11h.

“A abertura de negociação é uma parte indispensável de qualquer processo democrático. E a recusa do reitor em negociar com os trabalhadores em greve só mostra o seu descompromisso com a Unicamp e com os servidores desta instituição”, explica a diretora do STU, Marina Rebelo.

O sindicato considera desrespeitosa a atitude da reitoria em responder à categoria por meio de ofício e publicação de comunicado no site da universidade. Os trabalhadores em greve, há 84 dias, esperavam uma postura mais democrática da parte do reitor e, por isso, exigem a abertura de diálogo para discutir as propostas dos funcionários técnico-administrativos e, principalmente, o orçamento da universidade.

Ao se recusar a negociar o reitor, mais uma vez, renuncia aos compromissos que assumiu em campanha – como a efetivação da isonomia, cuja segunda fase está atrasada desde maio/14. Além disso, ele havia afirmado ser possível oferecer o auxílio refeição, mas agora também recuou desse compromisso.

Para a diretora “a ausência de reajuste e o não cumprimento das promessas já acordadas por parte do reitor são a marca desta greve, que já caminha para ser a mais longa da história da Unicamp”.

O documento encaminhado pelo sindicato reivindica:

  • Abono (21% sobre os salários, já descontado o imposto de renda);
  • 1 referência para todos os servidores, fora do processo de isonomia;
  • Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/2013);
  • Vale refeição;
  • Definição do calendário de discussão do restante da Pauta Específica 2014, incluindo as reivindicações do Sistema Educativo (DEdIC).

 

Ato em frente à reitoria

Amanhã (15), às 11h, em frente à reitoria o movimento grevista fará um ato para reiterar a cobrança de negociação com o reitor. O protesto também reivindica a antecipação da negociação salarial entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), marcada para 3 de setembro.

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