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Vazão chega a 6 m³/s e, pela 2ª vez no ano, Campinas deve acionar estado

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Cidade pedirá maior fluxo de água para região quando nível chegar a 5m³/s.
Sanasa estima que isso ocorra nos próximos 10 ou 15 dias, caso não chova.

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A vazão de água no Rio Atibaia, que abastece 95% de Campinas (SP), chegou a seis metros cúbicos por segundo, nesta sexta-feira (20), no ponto onde é feita a captação pela Sanasa. Segundo o diretor técnico da empresa, Marco Antônio de Souza, o município vai recorrer ao estado para aumentar a abertura do Sistema Cantareira para a região caso este valor chegue a cinco metros cúbicos por segundo. A estimativa do técnico é que, caso as condições mantenham-se regulares, isso ocorra nos próximos 10 ou 15 dias.

Caso a previsão se confirme, esta será a segunda vez no ano que Campinas recorre ao Departamento de Águas e Energia Elétrica para conseguir uma vazão maior de água para a região por conta da crise hídrica. O fluxo de água normal no Atibaia para o mês de junho seria de 16 metros cúbicos por segundo. Há 15 dias, no entanto, o valor estava em nove; no início desta semana, chegou a sete; e caiu para seis nesta sexta-feira.

“A situação ainda é de cuidado, mas assim como o prefeito fez em fevereiro, caso não chova e a vazão caia a cinco, vamos pedir uma abertura maior ao DAEE, de mais um metro cúbico por segundo”, afirmou Souza. De acordo com o Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura), da Unicamp, não há previsão de chuva para a cidade de Campinas pelo menos até o próximo sábado.

A demanda da população, após as campanhas de conscientização e autuações contra o desperdício, caiu e hoje é de 3,5 metros cúbicos por segundo. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma redução do consumo de 8%, de acordo com a Sanasa.

Racionamento
O risco de a cidade precisar recorrer ao racionamento ainda não está descartado segundo Souza. Ele explica que o que determina esta política de corte é a combinação entre a vazão disponível e a demanda. O racionamento ocorrerá no caso destes dois números chegarem ao mesmo valor. Ou seja, com a demanda em 3,5 metros cúbicos por segundo, o racionamento ocorreria quando a vazão atingisse este mesmo valor, 3,5 metros cúbicos por segundo.

Fone: com informações do G1

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